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Chuva em Dubai

Olá Lideres Pioneiros,

Esta semana eu vivi uma experiência única: chuva em Dubai!

Esta cidade estabelecida pelos Emirados Árabes Unidos a apenas 45 anos explode de investimento imobiliário, infraestrutura e crescimento populacional. Hoje tem apenas 2,3 milhões de moradores, mas em 4 anos serão 6 milhões.

Como esta cidade consegue viabilizar tal desenvolvimento em pleno deserto, sem recursos naturais e sem história? Simples, com um sonho!Dubai 3

Um sonho de unir povos, cidadãos do mundo inteiro, investimentos planejados e caórdicos. Um sonho de em 2020 sediar o maior congresso mundial com a presença de 25 milhões de visitantes.

Esta cidade me impressionou pelo pujança de querer ser o maior do mundo em tudo, maior hotel, edifício, aquário, shopping, porto e o único hotel 7 estrelas.

Talvez esta seja a sensação de Nova Iorque em 1900 ou de Pequim em 2000.

Representando o Brasil em um congresso de líderes mundiais percebi como estamos centrados em nossas fronteiras, como o simples tornamos complicado, como ainda o Brasil não percebeu sua importância e seu valor na economia mundial.

O Brasil é forte, tem cultura, tradições, recursos naturais abundantes, capacidades ilimitadas, mar, terra, sol e chuva. Temos todas as condições de nos posicionarmos como um país que lidera e puxa o desenvolvimento dos demais. Um país que serve como exemplo de democracia, liberdade, desenvolvimento e produtividade.

Este é o sonho de todos os Brasileiros. Sonho que Mohammed bin Rashid Al Maktoum teve e construiu.

Vamos fazer chover no Brasil!

A culpa é da Dilma!

Olá Lideres Pioneiros,

Ontem assisti um excelente filme dirigido por Ridley Scott de nome Perdido em Marte e com protagonismo do ator Matt Damon. Obviamente não vou contar ou comentar o filme, mas sua mensagem de superação às adversidades apresentadas me lembrou muito o contexto que estamos vivendo atualmente.

A palavra outsourcing está cada vez mais presente em nosso dia-a-dia, não só nas organizações onde terceirizaram as chamadas “áreas meios” que não são estratégicas para a empresa, mas também em nós (indivíduos) que constantemente estamos terceirando nossas responsabilidades.

Neste final de semana por exemplo, ouvi as frases: “quem foi que deixou a chave aqui? ”; “como isso foi parar no meu armário? ”. “Desculpe cheguei só agora porque meu carro quebrou. ”; São frases simples que ouvimos em nossa rotina de final de semana quando estamos relaxados de quaisquer (grandes e pequenas) responsabilidades e tentamos sempre que possível, nos livrar e transferindo-as para outros.

Somos responsáveis, sim, pelo que acontece em nossos meios: Meio Ambiente, Meio Político, Meio Social e Meio Familiar.

MarteJá parou para pensar que se nosso filho vai mal na escola é por que não demos condições, disciplina, recursos e apoio para que ele vá melhor? E que você não chega na hora por não se programar adequadamente? Ou que seu carro quebrou por falta de sua manutenção?

Ahhh, mas …e a Dilma? Ela só está na presidência porque nós a elegemos.

Precisamos parar de transferir as nossas inteiras responsabilidades para terceiros tentando facilitar nossa vida e nosso ego.

Incrivelmente ao longo desses anos como CEO e consultor de empresas, eu costumo ouvir de gestores a pergunta: de quem é a culpa? Obviamente para ele o satisfatório é descobrir que há um funcionário na área operacional da organização cometendo falhas constantes e assim será fácil justificar o erro pela falta de capacidade, formação, educação, boa vontade e de comprometimento do funcionário. Mas, efetivamente, foi o próprio gestor que no início do ano decidiu cortar custos de treinamento e capacitação da equipe, foi ele que aceitou a contratação de um determinado perfil de equipe condizente com a remuneração, e também é ele mesmo que raramente circula na empresa para se comunicar e criar ambiente de feedbacks.

Amir Klink, o navegador e escritor conta também uma ótima história de ter se perguntado de quem havia esquecido de ligar a caldeira para esquentar a água do seu banho semanal depois de vários meses ancorado solitário na Antártida.

O filme de Ridley Scott nos facilita na atitude de seguir o personagem principal na busca da sobrevivência, enfrentando as crises e resolvendo todos os problemas um a um. Em Marte, não há interferência de terceiros que permita justificar as falhas, então naquele caso a escolha era não ficar esperando que as coisas se resolvessem e sim enfrentá-las com os recursos disponíveis.

Ainda bem que não estamos em Marte, ufa!

Anorexia Econômica

Olá Lideres Pioneiros,

A anorexia nervosa é uma disfunção alimentar, caracterizada por uma rígida e insuficiente dieta alimentar, baixo peso corporal e estresse físico. Isso é causado pelo distúrbio psicológico que cria a falsa percepção de uma pessoa que se vê de um jeito diferente do que realmente é.

A consequência é o esforço constante e vicioso para diminuir o peso parando de se alimentar e de consumir energia.

Dentre os problemas de saúde e psicológico que se apresentam em um paciente com anorexia nervosa, chamo atenção para a obsessão pela perda de peso, desnutrição, baixa imunidade, irritação, perda de paciência, depressão, isolamento e problemas cardíacos.

Tenho visitado muitas empresas ultimamente e percebi que assim como a doença anorexia nervosa, estamos vivendo um momento de anorexia econômica.

Tente lembrar quantas empresas você conhece que no último ano decidiu enxugar e diminuir sua estrutura. Quantas dessas foram influenciadas pelas mídias sociais, ou efetivamente fizeram seus comparativos com o mercado para avaliar efetivamente se estão ou não com sobrepeso ou baixa produtividade? E quantas ainda avançam no caminho de continuar cortando os custos, determinadas a diminuir seu peso?

Assim como na doença, as empresas também estão apresentando as mesmas características cortando a energia necessária para a motivação e autoestima imprescindíveis para nutrir áreas de marketing, vendas, pessoal, infraestrutura e inovação, e assim continuar crescendo.

Este ciclo vicioso de cortar custos, elimina toda e qualquer gordura, energia e qualquer reserva que as empresas precisam para criar produtos novos, inovar em áreas não existentes, participar de eventos, fomentar novos relacionamentos, estar presente nos clientes, desenvolver novos modelos de atendimento, cuidar da qualidade dos produtos, dos serviços e dos funcionários, cuidar da segurança da equipe e preservar a sustentabilidade da organização.

Não podemos esquecer que a gordura também é uma necessidade para sobrevivência, pois precisamos ter uma reserva de energia para os momentos de dificuldade, assim como, precisamos ter uma reserva de líquido (fluxo de caixa) para os momentos de travessias longas em desertos.

Analogamente, cortar custos de quem se apresenta com sobrepeso é necessário e fundamental para a sobrevivência tanto das pessoas como das empresas.

Precisamos lembrar que a massa magra, ou seja nossos músculos, órgãos vitais, ossos e líquidos corporais, são essenciais para nossa sobrevivência; todavia, massa gorda em equilíbrio também é importante para nosso corpo proteger os nossos Dispensaórgãos.

Então o que devemos perder em uma dieta controlada é apenas o excesso de massa gorda!

Quando fazemos a analogia das empresas, temos a massa magra como estruturas vitais, normalmente custos fixos, que muitas vezes não são visíveis na estratégia organizacional. Estamos falando das áreas de infraestrutura, comunicação, qualidade, inovação, financeiro, atendimento ao cliente e ao funcionário, treinamento, logística, PCP e outras.

Quando mencionamos as massas gordas, ou “gorduras”; o que devemos focar em eliminar são fundamentalmente os desperdícios ou custos invisíveis, também citado no artigo “É necessário cortar os custos invisíveis”, de Augusto de Franco.

Os custos invisíveis estão muito ligados ao tema produtividade, onde as distrações, retrabalhos, burocracias, competição e falta de sinergia entre as áreas, controles excessivos, legislações controversas, gestão desalinhada e recursos parados ou inadequados.

Comumente encontramos empresas que estão completamente desalinhadas em relação a seus objetivos. As áreas internas trabalham intensamente competindo entre si, escondendo informações estratégicas de clientes e fornecedores, políticas empresariais desconhecidas de todos, comunicação fragmentada por nível hierárquico, sub ou superdimensionamento de equipes, estoques inadequados, ações e decisões contraditórias e obviamente disputa entre gestores. Mais de 20% da produtividade das empresas estão associadas a essas gorduras.

Vamos agora para um exemplo positivo, a NuBank abre sua conta, emite seu cartão de crédito, entrega relatórios on-line e dá ao cliente a liberdade de definir seu limite de crédito. Tudo isso funcionando virtualmente e em no máximo 15 dias. Pasmem, não há necessidade de se deslocar para qualquer lugar para preencher papeladas, receber propostas de outros produtos não desejáveis, copiar documentos ou pagar qualquer taxa mensal. Com menos de 1 ano de existência e 200 funcionários, empresa já possui 150 mil clientes e está com mais de 70 mil em fila de espera. Nenhuma massa gorda!

Você já se perguntou quanto as empresas gastam pela falta de confiança nas pessoas, seus colaboradores? Controles, Sistemas, , Restrições, Falta de Comunicação Clara e Transparente, etc.

Cortar custos de uma empresa que não está com sobrepeso ou obesa significa cortar massa muscular, ou seja, cortar energia necessária e essencial para manter a empresa nutrida com fluxo de caixa adequado, fortalecida para eventuais reações do mercado, motivada, criando, inovando e investindo no longo prazo.

Gerenciamos empresas para correr maratonas com diversas barreiras e não uma rápida corrida de 100 metros.

Além de massaMaratona magra precisamos sim de uma quantidade excessiva de gordura para conseguir ter energia suficiente para percorrer os 42 quilômetros de uma maratona, na verdade, nem sabemos qual é a distância que vamos atravessar e/ou quantas maratonas devemos enfrentar; o que sabemos é que não é uma corrida de 100 metros e para isso precisamos de fôlego, ritmo, respiração, energia, uma mente que suporte pressão, inteligência emocional para lidar com as adversidades do mundo atual, auto motivação, determinação e novamente gordura suficiente.

Mais que pensar em cortar, diminuir, esvaziar, reduzir, incentivo fortemente que você pense e aja focando o crescimento, desenvolvimento e expansão.

Você e sua empresa merecem ter sucesso!

Máximo Possível !

Olá Lideres Pioneiros,

Eu quero contar uma história para vocês. Qual a diferença de um profissional que faz o mínimo necessário e no final do mês ganha dois mil reais de salário e outro profissional que faz o máximo possível e no final do mês também ganha dois mil reais de salário? Os dois ganham o mesmo salário, mas um tem a atitude de fazer o mínimo necessário e outro tem a atitude de fazer o máximo possível. Que lado você quer estar? Qual você acha que vai ter sucesso? Qual você acha que vai fazer a diferença? Qual você acha que vai dar o exemplo? Qual você acha que vai deixar um legado? Escolha! Esta é uma oportunidade para você.

O profissional que faz o máximo possível, é um profissional que trabalha de forma intensa, de forma presente e com qualidade, não faz seu trabalho de forma simples só para entregar ou cumprir uma meta, ela faz de forma completa porque tem paixão, porque tem gosto, porque quer fazer a diferença e dar o exemplo. Ele faz seu trabalho com atitude porque acima de tudo ele quer concorrer com ele mesmo para realizar o melhor possível e fazer o máximo possível.
Vamos trabalhar muito para realizar e para potencializar o seu negócio.
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